Editores do The Lancet e do NEJM: As empresas farmacêuticas nos pressionam a aceitar artigos | Quinina.com.br

 

Em uma entrevista gravada em 24 de maio de 2020, o Dr. Douste-Blazy forneceu informações sobre como uma série de estudos negativos sobre a hidroxicloroquina foi publicada em prestigiosas revistas médicas, os editores de ambos, The Lancet e New England Journal of Medicine, expressaram sua exasperação, citando as pressões exercidas sobre elas pelas empresas farmacêuticas. Ele afirma que cada um dos editores usou a palavra “criminoso” para descrever a erosão da ciência. Dr. Douste-Blazy , que lamentou o estado atual da ciência:

“Se isso continuar, não poderemos publicar mais dados de pesquisa clínica porque as empresas farmacêuticas são poderosas financeiramente; eles são capazes de nos pressionar a aceitar papers aparentemente perfeitos, mas a conclusão deles é o que as empresas farmacêuticas querem.

In a videotaped interview on May 24, 2020, Dr. Douste-Blazy provided insight into how a series of negative hydroxychloroquine studies got published in prestigious medical journals.He revealed that at a recent Chatham House top secret, closed door meeting attended by experts only, the editors of both, The Lancet and the New England Journal of Medicine expressed their exasperation citing the pressures put on them by pharmaceutical companies.He states that each of the editors used the word “criminal” to describe the erosion of science.He quotes Dr. Richard Horton who bemoaned the current state of science:“

 

If this continues, we are not going to be able to publish any more clinical research data because pharmaceutical companies are so financially powerful; they are able to pressure us to accept papers that are apparently methodologically perfect, but their conclusion is what pharmaceutical companies want.”

Continua:

Fonte: Editores do The Lancet e do NEJM: As empresas farmacêuticas nos pressionam a aceitar artigos | Quinina.com.br